MEU PARTIDO É BRASIL...NÃO BRASIL PARTIDO!!!


Não gosto, nem costumo republicar textos de outros blogs da internet.  Mas existem momentos em que minhas palavras não conseguem atingir aquilo que espero. Não que eu queira me expressar para os outros,  eu apenas  gosto de deixar aqui registrado como um tipo de pensamento..."o meu pensamento sobre as coisas e atitudes"...
Já deixei aqui registrado que sou contra as cotas diversas que estão sendo criadas. Só por isso, sou tomado por racista.  No meu texto intitulado " A MALDIÇÃO DOS OLHOS VERDES" deixei bem clara a minha posição quanto ao assunto racial.

Hoje, eu abro mais uma exceção para abrigar um texto muito bem didático sobre essa questão.
Foi publicado nesses dias no blog da Adriana Vandonni;  
ei-lo;

Rubem VandoniRubem_Vandoni_ Milena_Vandoni
Uma foto minha e da minha irmã Millena Vandoni de Moura. Ela loira, dos olhos claros e cabelos lisos; eu moreno, de olhos castanhos e cabelos crespos, ambos filhos do mesmo pai e mãe.
Como a esmagadora maioria da população brasileira somos frutos da miscigenação, da mistura de raças. Na minha família temos ancestrais europeus e africanos.
Tivemos as mesmas oportunidades, estudamos nas mesmas escolas, recebemos a mesma educação, mas ela herdou o fenótipo europeu; já eu tenho mais aflorado o africano e posso ser classificado com mestiço.
Vejam bem, temos o mesmo genótipo da mistura de raças, mas o meu fenótipo se difere do dela e, no Brasil de hoje, por conta disso, tenho mais facilidades de ingressar no serviço público.
Isso é justo? Isso combate o preconceito ou o torna mais evidente?
O PT faz do Brasil um grande campo de batalha de uma luta de classes e raças que só serve para dividi-lo. Não tenho mais direitos que a minha irmã, nem que qualquer outro cidadão, por mais nórdico que seja!
Essa política de cotas segrega, gera preconceito, incentiva a divisão… O mérito e a capacidade do indivíduo devem se sobrepor à raça e à origem, isso nos torna iguais, assim se demonstra respeito e não nivelando por baixo.
Que tal pensarmos em aplicar políticas públicas que deixem os menos favorecidos mais preparados para competir em pé de igualdade com os mais abastados? Que tal priorizar a educação, ao invés de dar uma resposta imediatista que não atende à uma almejada excelência do serviço público e produz uma divisão que, aí sim, gera preconceito?
É pedir muito que sejamos menos hipócritas e façamos políticas públicas focadas na melhora da qualidade de vida das próximas gerações, que contribuam com o desenvolvimento do país e não focadas em interesses eleitoreiros e discurso fácil para as próximas eleições?

..."acho que agora ficou mais bem explicado mais essa "divisão" que mencionei em texto anterior que o Brasil  está sendo vítima. ...
 



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