O TRONO BRASILEIRO

Foi excelente a comparação do NYT  há alguns dias atrás, sobre o situação atual do Brasil em relação à séria americana "Game of Thrones".  Estamos mesmo numa verdadeira guerra pelo trono do Palácio da Alvorada.  Dilma quer porque quer continuar sentada no trono de ferro, embora, não exista mais a menor possibilidade dela efetivar qualquer coisa que, ao menos, modifique a atual situação.

O país vai sendo passado a limpo, e figuras expressivas do mercado e da política vão sendo presas aqui e ali, dando conta de que a paciência resignativa do cidadão se esgotou.

Acusam de golpe um movimento legalizado e dentro das instituições constitucionais apenas porque sabem que não há como escapar.  Fazendo esse tipo de barulho, acreditam que podem sair como vítimas injustiçadas e perseguidas pelos vilões, deixando, dessa forma, aquela impressão nos mais humildes de que tem o direito não só de espernear, mas também de sabotar indiscriminadamente quaisquer atos praticados pelo futuro ocupante do trono.

Assim como na série,  diversas vertentes saem em movimentos também diversos sendo que, alguns até confluem, já outros não a depender dos interesses mais ou menos imediatos.

Em todos esses meses em que o país ficou nessa disputa, a crise veio e se instalou de tal forma, que será extremamente penoso sair dela.  A crise chegou tal qual os "Vagantes Brancos" da série que ameaçam todo aquele mundo.  Atravessaram a "Grande Muralha do Norte" e se espalharam por todo o território causando enorme destruição.  Inflação, desemprego, resseção.

Lula, o ex-presidente, ainda tenta governar próximo ao Alvorada na obscuridade de um quarto de hotel que usa como gabinete presidencial enquanto a Fantoche caminha perdida e sem rumo nos corredores palacianos sem saber o que fazer, o que pensar, ou o que dizer.

Os Psdebistarks da Casa-da mãe-joana , estão se aliando aos Pmdbaratheons  da Casa-da-sogra para enfrentarem os Petilannisters da Casa-do-caralho.

Domingo agora, dia 17 de abril de 2016 teremos uma batalha decisiva que pode mudar os rumos e devolver-nos um pouco, ao  menos, da credibilidade perdida.  Já é alguma esperança, embora precisemos ficar cada vez mais atentos aos desdobramentos que virão a seguir.




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