FAÇA O QUE EU MANDO, NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO.

Essa frase do título, éra muito comum de ouvir no meu tempo.
Não de meu pai, mas ouví de outros enquanto surravam seus filhos.
No entanto, o mundo está mudando, e hoje, até os animais já são ensinados sem o uso da violência.
Essa nova lei que estão fazendo para punir os pais, ou mestres que agredírem os filhos, ou alunos, é interessante, desnecessária, e até absurda! Eu explíco!
Tivemos alguns graves exemplos no famoso e estúpido ato do governo de São Paulo com a chamada "progressão automática", onde o aluno pode escalar os anos, sem nenhuma preocupação de reprova. Mais uma "maquiagem" para justificar uma verba que recebeu do exterior, e mostrar o resultado da melhora no ensino.
Muitos alunos perderam o respeito pelos mestres, e não raro foram os casos de agressão aos mesmos.
Mas voltando ao ponto dos filhos, e filhas.
Até hoje, me lembro de ter dado umas palmadas apenas duas vezes. Sou um criminoso por isso?
É certo que me arrependí depois, mas aconteceu.
Estamos examinando essa lei, pela ótica errada. Presumímos que TODOS tenham essa consciência que nós temos, quando na verdade a grande maioría da população desse país, é ignorânte nas questões humanísticas.
Justamente os mais infelízes, que não dispõe de estrutura familiar adequada, se verão do dia para a noite, "enquadrados" como criminosos.
Muitos filhos, e filhas, sabendo dessa lei, irão denunciar os próprios pais, e depois de passado o momento emocional, carregarão um sentimento de culpa pela denúncia, muito mais prejudicial que a agressão leve que receberam.
É lógico que existem limites, e jamais defendería algo que beirasse o espancamento, que continuo concordando como sendo crime.
Essa lei portanto é "interessante", pois implíca na preocupação explícita com a conduta familiar. Mas também é desnecessária, se olharmos pelo lado da consciência dessas famílias. A parte absurda, fica por conta de fazerem isso sem antes prepararem o terreno da educação. Esse é o ponto principal.
Uma lei nesses moldes, deve ser precedida por um grande programa de orientação familiar dentro das instituições de ensino.
Do contrário, será mais um elemento a saturar um pouco mais os já saturados processos que se acumúlam no judiciário.
Nesse caso, eu vou aplaudir sim senhor presidente. Mas não com as palmas das mãos umas nas outras. Vou aplaudir com as palmas das mãos na sua excelentíssima nádega.

Comentários

  1. AÇA O QUE EU MANDO, NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO.
    Essa frase do título, éra muito comum de ouvir no meu tempo.
    Não de meu pai, mas ouví de outros enquanto surravam seus filhos.
    No entanto, o mundo está mudando, e hoje, até os animais já são ensinados sem o uso da violência.
    Essa nova lei que estão fazendo para punir os pais, ou mestres que agredírem os filhos, ou alunos, é interessante, desnecessária, e até absurda! Eu explíco!
    Tivemos alguns graves exemplos no famoso e estúpido ato do governo de São Paulo com a chamada "progressão automática", onde o aluno pode escalar os anos, sem nenhuma preocupação de reprova. Mais uma "maquiagem" para justificar uma verba que recebeu do exterior, e mostrar o resultado da melhora no ensino.
    Muitos alunos perderam o respeito pelos mestres, e não raro foram os casos de agressão aos mesmos.
    Mas voltando ao ponto dos filhos, e filhas.
    Até hoje, me lembro de ter dado umas palmadas apenas duas vezes. Sou um criminoso por isso?
    É certo que me arrependí depois, mas aconteceu.
    Estamos examinando essa lei, pela ótica errada. Presumímos que TODOS tenham essa consciência que nós temos, quando na verdade a grande maioría da população desse país, é ignorânte nas questões humanísticas.
    Justamente os mais infelízes, que não dispõe de estrutura familiar adequada, se verão do dia para a noite, "enquadrados" como criminosos.
    Muitos filhos, e filhas, sabendo dessa lei, irão denunciar os próprios pais, e depois de passado o momento emocional, carregarão um sentimento de culpa pela denúncia, muito mais prejudicial que a agressão leve que receberam.
    É lógico que existem limites, e jamais defendería algo que beirasse o espancamento, que continuo concordando como sendo crime.
    Essa lei portanto é "interessante", pois implíca na preocupação explícita com a conduta familiar. Mas também é desnecessária, se olharmos pelo lado da consciência dessas famílias. A parte absurda, fica por conta de fazerem isso sem antes prepararem o terreno da educação. Esse é o ponto principal.
    Uma lei nesses moldes, deve ser precedida por um grande programa de orientação familiar dentro das instituições de ensino.
    Do contrário, será mais um elemento a saturar um pouco mais os já saturados processos que se acumúlam no judiciário.
    Nesse caso, eu vou aplaudir sim senhor presidente. Mas não com as palmas das mãos umas nas outras. Vou aplaudir com as palmas das mãos na sua excelentíssima nádega.
    Postado por Mariana 19:27

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