DIGA QUEM AMAS E TE DIREI QUEM ÉS.

Neste chuvoso 15 de novembro, dia da Proclamação da República, quando absorvido em nossas políticas novelescas, muito melhores até do que qualquer drama mexicano, global, ou o do tal  britânico "ser ou não ser",  me lembrei das declarações do próximo Ministro que já está vestindo o pára-quedas republicano.

Declaração esta de "amor" à Presidente, ou Presidenta (como ela mais gosta), Dilma Rousseff.

Esse amor tantas vezes demonstrado pela alta cúpula governamental, que dificulta ao máximo a simples constatação de que seria tão mais fácil, mais honesto e até mais decente reconhecer o erro e arcar com a perda, do que insistir nos "amores" para só sair "arrastado" dos braços de seus pares.

Emoção, choro, tristeza, indignação...mas...tem que sair, não tem jeito. Não sem antes, como de costume, receber as comendas, os elogios, as reparações verbais, os abraços calorosos de "outros amantes".

Por fim, a "conveniente" descida do palco e consequentemente dos desconfortáveis holofotes.

A punição republicana parece se resumir somente a isto...e nada mais!


Outro dia li que os jovens estão buscando uma causa, seja ela contra a corrupção, ou a favor da "canábis".

Coisas da "flor da idade!

Me lembrei do final de FLOR DA IDADE que Chico Buarque parodiou de Drummont e que em homenagem a esse dia, deixo aqui no final.


"Carlos amava Dora que amava Lia que amava Léa que amava Paulo que amava Juca que amava Dora que amava 
Carlos amava Dora que amava Rita que amava Dito que amava Rita que amava Dito que amava Rita que amava
Carlos amava Dora que amava Pedro que amava tanto que amava a filha que amava Carlos que amava Dora que amava toda a quadrilha"




...esse amor é comovente...

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