UM BELO TRIÂNGULO

Passamos breves períodos nesse planeta filosofando sobre os reais motívos de nossa existência. Não chegamos ainda à nenhuma conclusão definitíva, tudo se resume em conjecturas ou divagações.

Quando jovens, celebramos a vida, quando adultos, não encontramos tempo para muitos de nossos questionamentos, e finalmente quando velhos, nos damos conta de que esse breve tempo se passou mais breve do que queríamos. Não deciframos o enígma e agora iremos ser devorados pela esfíngie temporal.

Se olharmos a morte pelo aspecto negativo de uma vilã, teremos que aceitar que nessa história o final é totalmente inverso ao que assistimos durante toda a existência.
Nela, a vida ou protagonísta positiva, perde sempre no final do romance para a vilã!

Mas existem crênças que amenízam enfáticamente esse problema. Crênças em existências diversas, em situações diversas, em múltiplas oportunidades de se evoluír, ou simplesmente experimentar.

Essa segunda opção é, na minha opinião, a mais fundamental.
Não necessitamos de evolução, já o somos, apenas não recordamos.

Somos fragmentos infinítos que pairam por entre incontáveis dimensões tanto temporais quanto físicas.

Somos deuses!!!!

Inventamos o pecado como norma de boa convivência e, assumímos esse ônus!

Mas entre o inventar, e o propôr, existe o "aceitar".

O triângulo amoroso representado entre o ser, a vida, e a morte não podería dessa forma então, possuir um final, seja ele feliz ou não!
A esfíngie jamais irá nos devorar. Nós a criamos, nós a idealizamos, portanto, nós a "destruímos".

Os impérios se sucedem, se alternam, e também desaparecem assim como todos desaparecemos para voltar num outro dia, numa outra época futura ou passada, ou quem sabe, em um novo presente.

A glória verdadeira está em pensar...em existir...em simplesmente "ser"!  Se somos, então somos, e jamáis deixaremos de ser...de existir...e de pensar!

Seremos sempre, e para sempre...a vida!

...e a morte!

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