VOTO NULO: TER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO!

Como dizíam os poetas (?)...sei lá! Não gosto de poesía.

Gosto de pensar por mim mesmo, de debater idéias, de gerar argumentos contrários, enfim, de criar polêmicas em busca de algo que faça sentído.
Organizações foram criadas para assentar uma determinada ordem onde antes imperava o caos.
O problema começa a surgir, quando essa ordem se torna o próprio caos.
E pior! Um caos sedimentado em pseudo-racionalidade.
Existem perguntas simples, porém com respostas multi-interpretatívas.
Qual a razão de se contarem 100 milhões de escolhas inconsciêntes, para se chegar a um resultado que teoricamente expressa a vontade da maioría?
Por que cargas-d'água, não se contar apenas a vontade "consciente" dessa maioría?
Já sei. Apenas para se ter a certeza de estar no caminho certo, e com o amplo apoio da maioría.
O problema é...Quem sabe o que é o certo realmente?
A maioría?
Graças aos sempre democráticos conceitos majoritários, empresas quebraram, paises foram arruinados, condenados enfrentaram carrascos, e finalmente o "ostracísmo" imperou.
Não que democracía seja algo de ruim, mas não vou aqui parafrasear de novo Wiston Churchil pela "enésima vez".
Essa maioría me cansa.
Se uma verdadeira democracía é antes de tudo um estado de direito, então por que não respeitar esse estado de direito?
O direito de escolher se se quer escolher, ou não!
O direito de ir e vir, e não a obrigatoriedade de vir, se voce já foi, ou ir se ainda não foi...isso não faz sentido!
Tanto isso é verdade, que o mundo inteiro já está mudando, ou mudou perante essa realidade.
Em muitas questões de múltipla escolha, exístem as famosas opções "nenhuma das anteriores", então?
Certa vez, um grande atleta conhecido no Brasil, disse, (e depois des-disse) mas que disse, disse, que nosso povo não sabe votar.
Continuar com essa obrigatoriedade então, nada mais é do que endossar o que ele disse, e depois "des-disse". Mas na verdade era o que quería dizer. Vejam que paradoxo!!!

Sou taxado de alienado, de politicamente nulo, de impatriota, e até de besta.
Besta é o gado que gosta de ser tocado, arrebanhado, e seguir pacificamente até o matadouro, sem contestar.

Na minha opinião, tudo deve ser contestado. Tudo deve ser questionado, e tudo deve ser cobrado.
Se me pagam a menos, eu cobro, se me pagam a mais, eu cobro que me cobrem o que recebí indevidamente. Nada mais justo.
Portanto, enquanto nesse pais, continuar vigorando esse aglutinamento das massas (gado), serei o boi preto bravo que nunca vai aceitar ser induzído a enfiar a cabeça naquela madeira que desce prendendo o pescoço, para logo em seguida vir o martelo.

Como dizía Sheakspeare. Exíste mais merda entre o céu e a terra, do que supostamente acredíta a nossa vigilância sanitária.

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